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Critérios e Metodologia

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Standard & Poor's publica critério para avaliação de desempenho corporativo para transações estruturadas de fluxos futuros

Data de Publicação:    Jul 26, 2007 01:00 America/Sao_Paulo
Laura Feinland Katz, Nova York (1) 212-438-7893; laura_feinland_katz@standardandpoors.com
Gabriel Wieder, Nova York (1) 212-438-3080; gabriel_wieder@standardandpoors.com
Reginaldo Takara, São Paulo (55) 11 3039-9740; reginaldo_takara@standardandpoors.com


Nova York, 26 de julho de 2007 (Standard & Poor’s) – A Standard & Poor’s Ratings Services divulgou hoje um critério em que explica sua metodologia para a avaliação de desempenho de empresas (performance). A avaliação de desempenho é componente chave na atribuição de ratings para transações estruturadas baseadas em fluxos futuros de originadores corporativos. Entre os exemplos recentes desse tipo de transação estão a Petroleum Export Ltd. (Egyptian General Petroleum Corp.), a primeira transação de fluxo futuro de exportação do Egito, as export notes estruturadas da Gazprom International S.A., a primeira transação desse tipo na Rússia, e as notas emitidas pela CSN Islands VI Corp., subsidiária da Companhia Siderúrgica Nacional - CSN.

A publicação deste critério é um complemento ao artigo “The Three Building Blocks of an Emerging Markets Future Flow Transaction Rating” divulgado em 16 de novembro de 2004. “Para as transações baseadas em fluxos futuros de originadores corporativos, a avaliação de performance é um dos três componentes de nossa análise”, disse Laura Feinland Katz, managing director e chief credit officer da América Latina da Standard & Poor’s. “Além desse componente, analisamos a própria estrutura e, quando relevante, a possibilidade de o governo do país de domicílio do originador interferir negativamente na operação”, acrescentou.

“Este novo critério contribuirá para que o mercado tenha um melhor entendimento de como avaliamos o risco de desempenho corporativo, que é diferente do risco de default refletido nos ratings de crédito corporativo de um emissor”, explicou Gabriel Wieder, associate director para o grupo de finanças estruturadas de mercados emergentes da Standard & Poor’s.

Nossa avaliação de desempenho corporativo lida com as seguintes questões:

  • De forma geral, quão sólidos são os fundamentos atual e projetado do negócio da empresa? Qual a possibilidade de esses fundamentos se alterarem em decorrência de um default/reestruturação financeira?
  • Será a entidade capaz de permanecer em atividade no caso de um default ou será liquidada? A empresa manterá as operações do segmento de negócio específico utilizado na transação de fluxos futuros?
  • No caso de um default ou de uma reestruturação, terá a entidade liquidez suficiente para manter suas atividades, na escala requerida para sustentar à transação, ainda que perca o fluxo de caixa por ela capturado?
  • Contará a entidade com incentivos suficientes para não tentar interferir desviando fluxos de caixa ou de produtos, principalmente em jurisdições em que riscos relacionados ao sistema legal sejam significativos?

A versão em inglês do artigo “Criteria: Corporate Performance Assessment For Global Structured Finance Transactions Backed By Future Receivables”, publicada em 26 de julho de 2007, está disponível no site www.standardandpoors.com ou para visualizá-la clique aqui